domingo, 2 de julho de 2017

SABER DÓI

Quanticamente falando, as realidades se entrelaçam e isso em uma mente que perceba tudo é MUITO COMPLICADO.

Uma vez que existam tantas possibilidades, é viável que algo ou alguém que te odeie, possa te amar, ou nem mesmo ser ciente da sua existência. Com isso, seres multidimensionais vivem sempre a merce de escolhas das outras consciências que ainda não compreendem certos níveis de interação.

Com essa informação em mente, posso concluir que as mentes mais adiantadas acabam podendo decidir os destinos das menos adiantas ou acelerando o processo de evolução e escolha das mesmas.
Na minha SINCERA opinião, a primeira escolha é fazer da outra existência sua escrava ou serva, na segunda é torná-la apta a ser sua igual. Porém, existem situações onde consciências evoluídas olhe para as outras iguais e queira ser mais, nisso acaba por querer torná-las submissas as suas verdades ou vontades.

No final das contas, é bastante complexo manter uma situação de equilíbrio entre as consciências multidimensionais e dar a oportunidade de escolha a todas, sem que alguma seja ferida.

Sendo O DEUS a consciência máxima e que permite o livre-arbítrio às consciências menores, não estaria se privando do seu próprio poder de escolha dando a determinação as coisas as outras e decidindo somente sobre a sua própria existência?  Com isso, não estaria O DEUS em um estado de sofrimento continuo, onde suas próprias escolhas para os destinos de outros ao não se submeterem aos seus desejos pessoais estariam o deixando em um estado de desvalor?

Eu penso que SE EU FOSSE DEUS, eu viveria em um enorme conflito por motivos emocionais...
Se eu amo a alguma existência e a desejo como conjugue e ela tem a liberdade de escolha para seus relacionamentos, se eu (na condição de DEUS) não fosse escolhido por seja lá qual for o motivo, eu imporia a minha vontade ou sofreria o abandono emocional sem pestanejar? Provavelmente por desconhecimento da qualidade da minha existência, seres abandonariam a minha possibilidade a outra que brincaria de se expor como algo que não é, nisso, logo o maior seria encarado como o menor e perderia em um jogo de interesses, ficando sozinho emocionalmente e se alimentando energeticamente de sofrimento e desilusão?

Ser o ser que respeita as escolhas dos outros e que se mantém em perfil baixo, tira a possibilidade da grandeza de ser. Suas conquistas seriam enormementes humanas. O amor conquistado seria por fatores emocionais dignos.
Porém, até isso acontecer, quanto sofrimento O PRÓPRIO aguentaria?

Saber que não é escolhido quando se é, machucaria a qualquer um...
É como se você fosse fazer uma prova a qual você preparou e tirando a nota máxima, fosse cogitado a possibilidade de você ter colado e nisso lhe tirassem os méritos. Penso que a existência de DEUS entre MORTAIS seria ou é algo assim. Ser pequeno em meio a pequenos, para não se expor como O GRANDE é doloroso e cansativo quando não se toma uma postura que poderia até mesmo ser considerada tirânica.
Impor um tanto das suas vontades por sentir desrespeito em relação a sua existência, talvez, seja uma forma de se colocar como algo de valor, já que as consciências menores sempre trabalham se impondo e nunca dão a liberdade a sistemática do livre-arbítrio.

DEUS, talvez, tenha de colocar um tanto de controle sobre certas escolhas das demais consciências, assim, não se prejudicando em sua própria existência.
Já que existir dói para quem sabe, que doa o mínimo possível e que a liberdade de escolha sobre as escolhas dos outros seja sempre pautada em respeito e fins bons para ambas as partes.

EJDMM

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